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Foi no Renascimento francês que surgiu

a Plêiade mais célebre.

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Os dois poetas destacados desse grupo foram Joachim Du Bellay (1522-1560) e Pierre de Ronsard (1524-1585), que fixaram, então, a forma do verso francês. Poesia mais emotiva. Du Bellay, Ronsard, Jean Antoine de Baif (1532-1589), Ponthus de Thyard (1521-1605), Étienne Jodelle (1532-1573), Remi Belleau (1528-1577) e

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. Jacques Peletier du Mans (1517-1582) - este, ao morrer, substituído por Jean Dorat (1508-1588) - fundaram a Plêiade.


Era um grupo de elite que estudava e praticava as formas clássicas, como em Anacreonte, Teócrito, Virgílio, Horácio e Petrarca.

Du Bellay redigiu e publicou, em 1549, o manifesto da ainda "Brigada", depois "Plêiade", cujos objetivos fundamentais eram os seguintes: ruptura com formas medievais, imitação dos antigos, reforma estrófica. O manifesto se chamava "Défense et Illustration de la Langue Françoyse" (Defesa e Ilustração da Língua Francesa), e marcou o início do Renascimento na poesia da França.

O poeta viveu em Roma, como secretário de seu primo, Cardeal Jean Du Bellay, de 1553 a 1555. De volta a Paris, evocou sua experiência romana, publicando, em 1558, quatro coletâneas de versos: "Les antiquités de Rome" ("As antiguidades de Roma"), "Les regrets" ("Os pesares"), "Jeux rustiques" ("Jogos rústicos") e "Poemata" ("Poemas"). A mais famosa é a coletânea "Les regrets", de sonetos muito bem elaborados e ungidos de doce melancolia. Era chamado "o príncipe do soneto".

Foi,  Ronsard quem contribuiu definitivamente, para o aprimoramento e divulgação do soneto na França; e o fez com grande merecimento e autoridade.

No que tange, vamos dizer assim, ao seu desempenho profissional e literário, dentro das cortes, assinalamos o seguinte: - Com 12 anos de idade, ingressou como pajem na corte de França e, depois, na corte da Escócia. Também se tornou favorito de Henrique II, Catarina de Médicis (sua esposa), Maria Stuart, e mesmo de Isabel da Inglaterra.

Seguiria a carreira militar, mas, aos 17 anos, ensurdeceu quase completamente.


Foi, então, forçado a renunciar à carreira das armas, dedicando-se à literatura.

Desistiu da espada e brandiu a pena.

E o novo conjunto poético de que participava (a Plêiade) aderiu à corte de Catarina de Médicis (esposa de Henrique II), que trouxera para a França "uma comitiva italiana acompanhada de livros de Petrarca".

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Seus versos oferecem uma variedade invulgar de ritmos, tendo deixado excelente bagagem de grandes sonetos.

Fez-se autor de uma imensa obra no gênero, abrangendo mais de seiscentas produções, "Les Amours" (dois volumes, 1552).

Cognominado "o Rei dos Poetas e o Poeta dos Reis", publicou número superior a trezentos mil versos, incluídos outros tipos de poesia, como "Odes" (1550).

'Will Durant destaca: "Ronsard tomou Petrarca como modelo e conseguiu uma graça e um refinamento jamais ultrapassados na poesia francesa".

À Plêiade e, principalmente, a Ronsard, a literatura francesa deve o revigoramento do ideal clássico e o enriquecimento da língua, com inúmeros vocábulos derivados do grego e do latim. Boileau, exagerando, disse que Ronsard "em francês falava grego e latim".

Esse poeta, que deu ao soneto a maior importância, era o Petrarca francês. Desfrutava de enorme popularidade, mesmo fora da França. Torquato Tasso lhe pediu conselhos a respeito de sua obra imortal "Jerusalém Libertada". Bastaria isto para dar a medida de seu prestígio.